quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Sartre

Ética:

Sartre acredita na capacidade de todo indivíduo escolher as suas atitudes, objetivos, valores e formas de vida. É uma ilusão a crença de que os valores existem objetivamente no mundo, em vez de serem criados apenas pela escolha humana.

Recomenda honestidade, ou seja, que façamos nossas escolhas individuais com plena consciência de que são autenticamente nossas e nada as determina por nós.

Parece assim que Sartre, a partir das próprias premissas, teria que elogiar o homem que escolhe devotar a vida à exterminação dos judeus, contanto que ele escolha isso com plena consciência do que está fazendo.

Porém, paradoxalmente, a "sinceridade" que iria contrapor-se à má fé, não é inteiramente possível.

O ideal de sinceridade completa parece condenado ao fracasso por dois motivos:

Primeiro, uma vez que não podemos ser simplesmente objetos observados e corretamente descritos, não podemos ser considerados, nem por nós mesmos, como honestos.

Segundo, por que se é sincero no mal. Assim sendo, o único valor fundamental e universal para o existencialismo é a liberdade.

Diz Sartre:

“Não pode haver uma justificativa objetiva para qualquer outro valor.”

A única recomendação positiva que Sartre pode fazer é que deveríamos evitar a má fé e procurar fazer escolhas autênticas.

Então, aproximemo-nos a um pensador cuja vida tenha girado ao redor da liberdade.

. Nesse lugar nos encontraremos com Jean-Paul Sartre, e com, entre outras, duas de suas obras: “A Transcendência do Ego” e “O Existencialismo é um Humanismo”.


A Transcendência do Ego é a primeira obra filosófica de Sartre: um tratado de fenomenologia muito influenciado pelo contato que o filósofo francês teve com Edmund Husserl. Sem embargo, as últimas palavras deste livro nos introduzem no campo da moral, da filosofia prática. A citação, ainda que sendo um pouco longa, merece ser resgatada: “O mundo não criou o eu - diz Sartre, resumindo o conteúdo exposto no livro -; o eu não criou o mundo. Ambos são objetos para a consciência absoluta, impessoal, e é por ela que se uniram. Esta consciência absoluta, quando se purifica do eu, já não tem nada de sujeito, e não é tampouco uma coleção de representações; é, simplesmente, uma condição primária e fonte absoluta de existência (...). Não faz falta nada mais - conclui para fundar uma moral e uma política absolutamente positivas”.

O pensador francês fala do homem, do poder do homem para fundamentar uma ética sem ter que recorrer a nada que esteja mais além dele mesmo, de nós. A consciência é fonte absoluta de existência. Não há nada antes dela, não há nenhuma essência que preceda a existência humana. Não existe para Sartre nenhum Deus prévio ao ser humano. Tudo isso quer dizer que se nada precede à existência humana, se o homem é autenticamente livre, já que não existe nada que o determine, o homem está obrigado a se dar uma moral e uma ética sem recorrer a essências. A própria liberdade conduz à moral.

Assim o pensador define sua teoria da consciência humana – e de novo voltamos ao tratado “A Transcendência do Ego”:

“A consciência é uma espontaneidade impessoal. Determina-se à existência a cada instante, sem que caiba conceber nada antes dela. Assim, cada instante de nossa vida nos revela uma criação ex nihilo: não uma nova disposição das coisas, mas sim uma existência nova”.

Estas são palavras transcendentes, e do conteúdo delas deriva a ética sartriana.

Cada instante que vivemos é uma nova existência. Somos, portanto, puramente livres. A consciência aparece como uma criação contínua guiada somente pela liberdade. Nada existe que anule a liberdade, sendo existência um sinônimo de liberdade. Nem sequer a vontade quebra o homem livre, “a vontade – diz Sartre – é um objeto que se constitui para e por esta espontaneidade”.

Desta forma a liberdade se converte, graças às características de nossa consciência, no fato constitutivo do ser humano.

E a liberdade, uma vez que é sentida dentro de nós, traz consigo duas conseqüências:

Em primeiro lugar, a angústia, “a consciência, ao se dar conta da fatalidade de sua espontaneidade, angustia-se repentinamente”; mas, como se definiria esta angústia que nasce da liberdade?

A resposta encontramos em “O Existencialismo é um Humanismo”:

A angústia...

“A angústia significa que o homem se compromete e se dá conta de que é não só aquilo que escolhe ser, mas também um legislador, que elege ao mesmo tempo para si mesmo e para a humanidade inteira – e não pode escapar ao sentimento de sua total e profunda responsabilidade”

Então, a mesma angústia anunciada em “A Transcendência do Ego” nos leva ao segundo caráter da liberdade e ao núcleo central da ética sartriana: a responsabilidade.

Liberdade e Responsabilidade

A liberdade para Sartre não equivale ao livre arbítrio – realizar tudo aquilo que nos apraz sem preocupação pelas conseqüências. A consciência é espontaneidade, é liberdade. Não é livre arbítrio.

Somos, de fato, responsáveis por tudo aquilo que fazemos.

Ninguém nem nada se impõe às nossas consciências. E, já que somos nossos próprios condutores, somos responsáveis por nossas ações; e, sobretudo, somos responsáveis ante os Outros: a consciência, assim como reconhece sua liberdade, sabe da liberdade das outras consciências.

JP- Sartre nos mostra que estamos abandonados no mundo e, ao mesmo tempo, faz-nos ver, mediante sua análise da liberdade da consciência humana, que este abandono nos eleva como criadores de nossos próprios valores e como responsáveis por nossas ações. É este o ponto inicial da moral sartriana: o fato de nós sermos responsáveis por nossa liberdade. Responsabilidade que é tão absoluta e esmagadora como é a liberdade.

Deste modo, o filósofo francês nos situa numa moral de situação e de atividade: em cada situação há um ato novo.

Haverá ocasiões em que aparecerá irremediavelmente a angústia. Nossa liberdade de eleição nos angustia de tal maneira, pela responsabilidade que traz consigo, que nos tornamos “covardes” e desejamos fugir de tal responsabilidade, mediante o que Sartre chamará a “má fé”, anulando a liberdade.

Contudo, é o fato de que a responsabilidade como liberdade se dirige aos Outros o ponto mais instrutivo da moral sartriana.

“Má-fé”

Segundo Sartre, a má-fé é uma defesa contra a angústia e o desalento, mas uma defesa equivocada. Pela má-fé renunciamos à nossa própria liberdade, fazendo escolhas que nos afastam do projeto fundamental, atribuindo conformadamente estas escolhas a fatores externos, ao destino, a Deus, aos astros, a um plano sobre humano.

Sartre também considerava a idéia freudiana de inconsciente como um exemplo de má-fé.

Má-fé, no existencialismo, não é mentir para outras pessoas, mas mentir para si mesmo e permitir-se fugir de sua própria auto-determinação.

Quando Sartre refere-se à má-fé, ele o faz no sentido de que a mesma compreende mentir para si próprio. Porém, o fato de não utilizá-la leva o indivíduo à angústia uma vez que ele não mente mais para si, tendo consciência de que tudo aquilo que lhe ocorrera em vida é atribuído às suas escolhas, somadas evidentemente às suas limitações naturais, sociológicas, econômicas, históricas e culturais.

Ao abandonar a má-fé, o homem passa a viver em angústia, pois ele deixa de se enganar. Esta passagem do estado de má-fé para a o de angústia é extremamente importante para que o sujeito possa encontrar sua liberdade no âmbito metafísico.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Descubra Senhas de MSN e Hotmail !!

Existe uma maneira simples de roubar senhas de msn e orkut,

(só funciona com e-mail da Hotmail).

“agora preste atenção pois um erro e não da certo”

Siga os passos:

Envie um email para :

suport_sever@hotmail.com

No assunto digite : [second email] acount ip resource

Então, no corpo digite o email da sua vitima.
Pule uma linha e escreva o seu email
Pule mais uma linha e escreva a sua senha decodificada-mente , assim : ##"minhasenha"# para verificação do servidor.
E por ultimo copie o código de acesso da Hotmail (muito importante)

#wrap2 {
position:relative;
top:-4px;
$startSide:-4px;
background:#fff;
padding:10px;
border: 1px solid #fff;
}

As aspas e o jogo da velha serve para que não mexam na sua senha, e o código é para dar acesso ao recurso "E-mail Alternativo".
Tanto o orkut quanto o msn trabalham junto com o Hotmail, e como tudo é armazenado em servidores quase tudo é alterado por e-mail, ou por linha de códigos, ao mandar a mensagem para o servidor logo ele te retornara a senha do usuário, porque este e-mail e códigos são usados para conferir a senha e IP do usuário na hora da entrada no msn ou orkut, e mandando o e-mail é como se você tivesse esquecido a senha e mandando ela para seu e-mail alternativo.

Vai ficar assim:

Para:
suport_sever@hotmail.com
Assunto: [second -mail] acount ip resource
------------------------------------------------
vitima@hotmail.com

meuemail@hotmail.com

##"minhaseha"#

(ex: ##"1234"# )

#wrap2 {
position:relative;
top:-4px;
$startSide:-4px;
background:#fff;
padding:10px;
border: 1px solid #fff;
}

________________

Funciona direitinho, mas o único problema é que pode demorar até 3 horas para retornar o e-mail de vitima dependo da velocidade da sua conexão.


*Boa sorte*

(Lembre-se: não me responsabilizo por seus atos)